sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Poema

Vê-te como palavras
e sente-te na minha alma.
Descobre-te na liberdade
de meus sonhos
e segue o destino
que te fará de todos,
ao ritmo incandescente
de meu coração.
Bebe da alegria
de ser em ti manhã
quando te penso
e ouve-me no canto
de todos pássaros
declamando esperança.
Enfeita a lapela,
do teu já composto dia,
de ostentoso girassol,
colhido no jardim
dos meus sentidos
e abraça as árvores,
tão verdes,
de teus versos.
Olha-te nas palavras
e (d)escreve-te,
descomprometido de rimas,
poema...
Abre as janelas de ti,
para que a vida me leia
e me possua para além
das palavras,
e do silêncio.

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